Descrição
O sopro interior do ser humano possui o dom de harmonizar e ornamentar a morada do íntimo mistério
com as pétalas da razão e a face da fé. Torna-se brisa suave ao redor do oásis, nos passos delicados da beleza que revela a verdade, onde o vento dança no palco da vida.
Quando a alma humana experimenta a leveza do clima e a sutileza do silêncio, deixa-se guiar ao mesmo tempo pelo ritmo e compasso que transcendem o corpo e a memória. Ao lado do silêncio, pulsa um coração que sente dor, angústia e tristeza, mas encontra, na escassez do deserto, o verdadeiro refúgio do repouso sublime, em que espírito e alma se integram em plenitude.
O deserto da vida anseia pela água cristalina e aguarda, em esperança silenciosa, o florescer do campo interior para saborear os frutos da paz e do amor. Ao olhar os encantos da natureza, o ser humano se sensibiliza e torna-se lente, onde reflete a imagem do criador.






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